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Celebrado em 7 de abril, o Dia Mundial da Saúde reforça a relação direta entre saúde pública e o acesso ao saneamento básico. Em Rondônia, a Aegea atua estrategicamente para universalizar esses serviços, mas destaca que o impacto real na saúde pública depende de um esforço conjunto: além da expansão da infraestrutura pela concessionária, é fundamental que a população faça a adesão e a conexão correta às redes de água e esgoto.

O grupo trabalha para cumprir as metas do Marco Legal do Saneamento até 2033. Atualmente, municípios como Ariquemes, Buritis, Pimenta Bueno e Rolim de Moura já alcançaram a universalização do sistema de água tratada, ou seja, o sistema de abastecimento chega para toda população em cada canto das cidades. Em Jaru, unidade mais recente do grupo, o acesso já ultrapassa 90% em menos de dois anos.

Para que a universalização impacte efetivamente essas cidades, além da infraestrutura disponível o reforço a adesão é um passo crucial. Segundo Carolina Gregório, diretora-presidente da Aegea em Rondônia, o acesso ao saneamento é o pilar da prevenção de doenças, mas a participação social é o que consolida esse benefício.

“O acesso ao saneamento básico é fundamental para a promoção da saúde pública. Quando garantimos água de qualidade e temos uma forte adesão a essa rede, reduzimos significativamente os riscos de enfermidades. Levar a infraestrutura e fortalecer a conexão das famílias às redes é fortalecer a saúde pública e prevenir doenças”, afirma a diretora.

A ausência de saneamento básico contribui para a proliferação de doenças de veiculação hídrica, como diarreias e hepatites, que afetam principalmente crianças e idosos. O estudo “Futuro em risco: os impactos da falta de saneamento para grávidas, crianças e adolescentes”, lançado pelo Instituto Trata Brasil aponta que o Norte e o Nordeste lideram o número de internações na infância por essas causas.

Os dados são de 2022, disponibilizados pelo Ministério da Saúde e compilados pelo Trata Brasil. Naquele ano, em Rondônia, foram registrando 1.457 internações na primeira infância relacionadas a doenças de veiculação hídrica.

A mudança nesse cenário já é realidade para moradores como Rose Cabral, educadora e moradora de Buritis há 24 anos.

“Antes da chegada da Águas de Buritis no município o acesso a água era por meio de poço e durante o período de chuva principalmente, a gente tinha muitos problemas com diarreia, dores na barriga por conta da contaminação da água. Foi com a chegada da água tratada que essa situação mudou”, afirma.

Além da água, a infraestrutura de esgoto também avança em Ariquemes e Rolim de Moura. Até o prazo final do Marco Legal, todas as unidades atendidas pela Aegea em Rondônia terão a coleta e o tratamento de esgoto universalizados. A ampliação da cobertura, a modernização dos sistemas e o trabalho contínuo de conscientização são os eixos da Aegea para garantir que o investimento em engenharia se transforme, efetivamente, em bem-estar e dignidade para as famílias rondonienses.

“A Aegea tem o compromisso de ampliar esse acesso, levando mais dignidade e segurança para as famílias. Investir em saneamento é investir diretamente no bem-estar e no futuro das comunidades que atendemos”, completou a presidente.

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